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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Sobre essa edição #1

Depois que lançamos a edição piloto de número 0, o próximo passo seria colocar algumas das propostas de colunas em prática. Então, a edição #1 é a primeira em que o Simbiose realmente traz as novidades e relatos do que aconteceu nesse meio tempo, entre o lançamento em Março e essa edição de Maio.


Nesta edição, você pode conferir um pouco de IntercâmBIOs entre as Biologias do Sudeste, no Encontro Regional dos Estudantes de Biologia, o EREB-SeRio. A gente também decidiu trazer um pouco sobre a discussão de Cotas no IB, relatando um pouco do que aconteceu na mesa redonda do dia 10/05 e na reunião da congregação do dia 19/05, tudo no Problematiza, IB. Acreditamos que esses sejam os assuntos de maior destaque da edição, então recomendamos a leitura dessas colunas, para você ficar por dentro, conferir a opinião e poder escrever sobre a sua opinião para o SimBIOse. Confira, também, os demais conteúdos da edição.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Vem Bixe #0

 
Esse é um momento muito especial, em que o IB fica repleto de novidades. Pessoas novas no instituto, de diferentes lugares, com diferentes pensamentos e uma série de novas possibilidades para atualizar e renovar o instituto. Bom, é por isso que nada melhor que aproveitar esse fluxo de novidades para trazer junto um jornal para o IB. E como o Simbiose quer fazer juz ao nome, nada mais coerente do que um espacinho para uma interação com quem promove esse fluxo todo: os calouros.

Aaah os calouros. Jovens estudantes, sedentos de conhecimentos que entram em um mundo universitário sem nem ao certo saber o caminho do Bandejão. Muitos acreditam que passar no vestibular é a etapa mais difícil. Muitos mudam de opinião depois da primeira prova de BCI (Biologia Celular 1), por que é como minha tia diz: “Entrar na faculdade é fácil, difícil é sair dela”.
Saudades! Quando a vida nômade do primeiro semestre nos levava ora para a FE (Faculdade de Educação), ora para o IQ (Instituto de Química)... Do tempo em que essas siglas não eram de fácil entendimento. Sabemos que além de não estarem familiarizados com as siglas, muitos também não estão muito bem localizados geograficamente e por isso tentamos desenhar um mapinha que pode ajudar a todos.

“Sobrevivendo as primeiras semanas” - Vamos todos ignorar a qualidade artística do mapa e focarmos na utilidade de apenas ajudar a sobreviver as primeiras semanas de aula, tentando chegar nos lugares que se é preciso. Bom, na BC (Biblioteca Central) é onde podemos pegar aqueles livros que são muito concorridos no ib, além de ter outras toneladas de opções. O IMECC é o Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica, onde você pode recorrer a livros que te salvarão em Cálculo l e futuramente em Estatística. Os plantões de dúvidas  dessas matérias rolam nesse mesmo Instituto. Já as aulas dessas disciplinas ocorrem lá no Ciclo Básico (CB). Na FE (Faculdade de Educação) vocês vão ter as matérias de ensino, conhecidas como ELs (calma, vocês se acostumam com a caminhada). Também há a temível matéria de Química que ocorre no IQ (Instituto de Química). O SAE é o Serviço de apoio ao estudante e lá se resolve assuntos de bolsa SAE, moradia, etc. Além disso, existe o SAPPE, que é o Serviço de Assistência Psicológica e Psiquiátrica ao Estudante do SAE. Por fim, uma dica que será útil é que no IFCH (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas)  sempre rolam umas festinhas nas quintas pra alegrar nossas semanas (o melhor sempre vem por último, né nom?).

Bom, é claro que é impossível responder todas as dúvidas que nos surgem quando calouros em um texto de boas vindas na edição 0 de um jornal recém-criado. Mas é para isso que serve essa maravilhosa interação simbiótica entre calouros e veteranos, que vão se esforçar para tirar dúvidas da sua cabeça (e colocar algumas também).

O que vale lembrar é que não tem essa de “ah, mas você só entrou por que a lista rodou muito”, se entrou na biologia acabou, é todo mundo bixo do mesmo jeito. Primeira, terceira, quinta, sétima chamada… Não importa, todo mundo vai receber muito amor e carinho igualmente de toda essa comunidade ibeana maravilhouser.

Porque escolhemos não usar gênero nos títulos






Você vai reparar logo logo (se é que já não reparou) que os nossos títulos de textos e colunas não possuem gênero. Essa foi uma escolha do jornal por dois motivos. Um diz respeito a ideia de pluralidade de gêneros, e que nem todas as pessoas se encaixam em duas caixinhas que definimos como masculino e feminino. Um segundo ponto é que, mesmo para as pessoas que se encaixam nessas caixinhas, o suficiente para se reconhecer em artigos/substantivos/adjetivos/etc do limitado vocabulário que, binariamente, abrange o feminino e o masculino, muitas vezes são  reféns de nossa própria língua que nem sempre é democrática. Em uma visão hipotética: Uma fábrica com 5 mil mulheres e um homem, segundo a norma de língua portuguesa, seria descrita como uma empresa com 5001 funcionáriOs. Daí podemos questionar, o quão importante é UM homem, para mascarar a presença de 5 mil, de 50 mil, de milhões de mulheres? Não queremos (e sinceramente, nem conseguiríamos) discutir se isso é machismo enraizado na formação de nossa língua ou simplesmente porque há dois gêneros nela e isso foi escolhido ao acaso. O ponto é, se temos a possibilidade de abstrair todas as construções sociais feitas sobre gêneros e tratar todos como pessoas (cujo gênero, em determinado contexto, não nos importa) porque não o fazermos então?

Uma pergunta que pode surgir na cabecinha de vocês quanto a esse assunto é, por que a escolha do “x” e não o uso de @ ou “e”? Nem todas as palavras são tão simples quanto “amigos” que pode ser facilmente transformado em “amigues”. Não acredita? Aqui vem alguns exemplos como “ os professores”, “os estudantes”, “eles”, que apesar de já possuírem o famigerado “e” ainda são palavras que continuam com gêneros, o que não condiz com o nosso objetivo aqui. Uma pequena exceção é o título deste texto, no qual utilizamos “e”, para evitar o título VemBixxs, pq acreditamos que dificultaria o entendimento da palavra. Já usar o @ seria um problema um tanto parecido, pois quando escrevemos que “@s pesqisador@s publicaram algo” estamos apenas representando os gêneros feminino e masculino, e pressupondo que só existem essas duas possibilidades, o que nós sabemos que não é bem assim, né nóm? Por isso optamos por colocar “x”, pois ele é o único que não apresenta esses problemas, fazendo com que qualquer um que leia o Simbiose, se sinta incluído e representado nele.

Agora, se acreditamos em tudo isso, porque usamos “x” apenas no título dos --textos? Bom, primeiro cogitamos a viabilidade de fazer todos os textos do simbiose --sem a presença de gênero nele. Porém acreditamos que colocar “x” em todas as talar

Outros assuntos do simbiose #0



Ok, a gente já apresentou várias colunas do Simbiose, e até esperamos que você já esteja se sentindo contemplado por elas. Mas isso não é tudo que planejamos trazer. Temos diversos assuntos em mente que sabemos que devem aparecer por aqui, mas que não estão tão bem estruturados como colunas… ainda. Pretendemos trazer por exemplo: todas as artes produzidas pelo(a)s leitore(a)s; receitas para preparar uma comidinha mais sustentável, visando o melhor aproveitamento dos alimentos (tipo comidas que usam a casca de bananas); tentar trazer um pouco de como era o IB a um tempo atrás, como no tempo do bocaberta, por exemplo; descobertas científicas atuais que se mostrem importantes. Enfim, deu para ter uma noção que a gente quer muito mais, né? Se você tem alguma sugestão de coluna e/ou conteúdo para uma dessas ou outras colunas, manda pra gente ;D
 
Está curioso para saber como os bastidores do Simbiose funcionam? Quer ajudar a construir a próxima edição do jornal? ENTÃO VENHA PARA  NOSSA REUNIÃO PRESENCIAL!!

Sobre a edição #0

Essa é a edição Nº0 do Simbiose, o jornal recém nascido do IB. Nessa primeira edição, especial de recepção de calouras e calouros de 2017 e também especial por ser a nossa estreia, você vai  conhecer o rascunho do que esperamos que o Simbiose seja daqui pra frente.

Mas primeiro, porque o nome Simbiose? 

Bom, como todo mundo já ta careca de saber, simbiose é aquela velha relação ecológica mutuamente vantajosa entre dois ou mais organismos vivos diferentes que vivem juntos. A partir disso pensamos que era uma boa comparação com a nossa comunidade ibeana. Sempre nos esquecemos de que a biologia não se divide entre diurno e noturno, alunos(as) e professores(as)/funcionários(as), graduação e pós. Estamos todos sempre em contato um com outro, afinal, quem nunca foi assistir a aula com o noturno depois de faltar na aula porque bateu aquela ressaca da noite passada? Quem nunca foi pedir aquele help pro seu prof do core porque não sabia o que fazer da vida? Ninguém quer ser tratado diferente porque escolheu licenciatura ou bacharelado, né nón? Não é porque a moda- lidade é diferente que os tratamentos e conteúdos de aula também têm que ser, muito pelo contrário. Pois é, esse ib maravilhouser só existe e funciona porque todos nós vivemos juntos nele (em simbiose ❤), e como o próprio nome já diz, vivemos melhor se nos relacionarmos um com o outro (fika dika).

 
Bom, como qualquer instituto, o IB é bastante dinâmico e sempre tem coisas acontecendo por aqui, então percebemos que um meio de comunicação viria a calhar. Por exemplo, para que nossos representantes repassem as informações que recebem sobre as decisões que tão sendo tomadas no e pelo Instituto e sobre as novidades aqui dentro de uma forma mais eficiente do que o atual boca a boca (embora essa técnica seja muito apreciada). Esse jornal também busca trazer à tona as oportunidades e o que ta rolando aqui no IB e também fora dele.

Pensando nisso, fomos procurar sobre outros jornais que já existiram aqui no IB e
encontramos o boCABerta. Nos   surpreendemos pela forma com que ele se estruturava e em como ele deu certo (foram pelo menos 6 anos perdurando no IB). E é por causa disso que nos inspiramos muito nele para tornar o Simbiose real. Perpetuamos algumas colunas usadas por nossos ante- passados, por exemplo, a importante coluna aracnídea: Opilião do leitor. Também mantivemos a tradição de ser um jornal aberto, e esperamos que todos que leiam o Simbiose, também se sintam à vontade para ajudar a construí-lo. Farof
as
 
 Você pode contribuir como o Simbiose  de duas maneiras:

  1. Sem compromissos!
Entendemos que na correria da vida ibeana, seja como graduação, pós, funcionário(a) ou professor(a), assumir novas responsabilidades seja algo muito difícil, por isso, toda a ajuda que recebemos pode ser feita sem compromissos, ou seja, você pode fazer parte do jornal, sem fazer parte dele, tendeu? Se não entendeu a gente explica. Sabe quando abriu aquela brechinha no semestre e que você finalmente pode escrever aquele teixto show pro simbiose que queria mandar há muito tempo? Então, você pega ele, manda pra gente e diz em qual coluna ele se encaixa que nós o colocamos (vem que essa pode ser aquela oportunidade que você estava esperando pra ficar famouser nesse IB todo!). Gostaríamos muito de ter sua opinião, sua arte, sua participação na criação simbiótica.


  1. Fazendo parte da equipe do Simbiose (#teamsimbiose)
Agora, se você acha que curtiria fazer parte do jornal e quer se comprometer com ele, ajudar a mantê-lo ativo e melhorá-lo, você também pode ser um “editor”. Vamos explicar melhor: se você quer mandar um texto, um desenho, poesia, pérola, você pode mandar livremente sabendo que não está se comprometendo com o jornal (vide item 1), mas se você acha que pode e quer assumir um compromisso maior com o jornal, você pode participar da produção completa das edições.


Mandar algo pra gente é muito fácil. Você só precisa enviar um e-mail com o seu texto, poema, desenho, aquela pérola que você ouviu alguém dizer pelo IB, aquela (mi)correção, sua opinião, etc,  para simbiose.unicamp@gmail.com, assim, nós podemos publicá-la aqui. Nós só pedimos que o e-mail especifique se você quer ou não ser identificado e em qual coluna você acha que seu texto se enquadraria (ou que tema, para talvez criarmos uma nova coluna para ele).
Além de poder aparecer aqui nessas maravi- lhosas páginas impressas, também temos a ver- são digital do jornal (moderninhos, não?). Você pode ler, discutir, curtir e participar do Simbiose virtualmente, através do nosso site simbioseib.blogspot.com e na nossa página do Facebook.
IMPORTANTE: Não toleraremos ou seremos coniventes com ataques pessoais, discursos de ódio e preconceitos de qualquer tipo.
Repudiamos qualquer tipo de racismo, machismo, LGBTfobia, xenofobia, entre outros.

Por fim só queríamos lembrar vocês de que estamos totalmente abertos a ouvir questões e críticas quanto ao jornal. Não ficou satisfeito com a forma que o jornal será estruturado? Não gostou de alguma coluna? Quer mais colunas? NÃO quer colunas?(acredite isso existe). Escreve pra gente! Bora construir um jornal lindão que represente e contemple a todos nós!




Bom, trocadilhos velhos a parte, esta coluna é reservada para aquele momento em que a gente cometeu um deslize ou disse algo que não procede, como alguma data/valor/nomes e que você, ao detectar isso, pode (e deve) nos corrigir, escrevendo para a gente e dando aquele toque pra não ficar feio.


farofa
faro